Jenny was a friend of mine
Se eu já não tivesse transcrito aqui, hoje mais do que qualquer outro dia faria sentido citar este trecho de Milan Kundera sobre coincidências.
A team. A song. A ringtone. An expression.
What exactly, sometimes, it seems to mean? A chapter. A slight
coincidence. A look not given. A pleasure ignored. And then, a smile.
Tell me what you wanna know
So come on, oh come on, oh come on
Filed under: Leitura | Leave a Comment
Tags: Conclusões, Leitura, Rachel, The Killers
No sábado, assisti “500 dias com ela” (500 days of summer) pela 33ª Mostra de cinema em SP, no Shooping Morumbi, no Cine TAM. O único problema é que ontem ele apareceu em cartaz no cinemark perto de casa, ou seja, eu fiz uma viagem quase até a zona sul desnecessáriamente. Ok, vou parar de reclamar e falar sobre o filme.
Tom (Joseph Gordon-Levitt), o cara dos cartões de datas comemorativas, tem um problema: não consegue entender a (simples) ciência de que a palavra relacionamento não é igual a palavra amor. Então aparece Summer (Zooey Deschanel), a garota que gosta de Smiths assim como ele, a garota engraçada que conversa com ele como com nenhuma outra pessoa, a garota que parece se tornar cada vez mais íntima dele. O problema é que essa intimidade toda não é, na verdade, íntima assim. E ao mesmo tempo, ela é a garota que não acredita no amor. Como resumiu Woody Allen, “todos dizem eu te amo”, mas alimentar uma relação honesta de verdade não é tão fácil.
O filme corre de acordo com uma contagem de 500 dias não regular: ás vezes Tom se vê no dia 144 com Summer se divertindo como um casal perfeito, e logo depois no dia 354, com tudo dando errado entre os dois. E tudo embalado em uma trilha sonora à lá Regina Spektor, Smiths (claro), Feist, e até um cover de Here Comes Your Man do Pixies como se fosse um grande (e belo) videoclipe.
E sim, é uma comédia romântica.
Filed under: Filmes | 2 Comments
Tags: 500 days of summer, Filmes, Joseph Gordon-Levitt, Zooey Deschanel
Lasso
Na última quinta-feira, o Fluminense venceu o Atlético Mineiro, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Enquanto o Galo estava — e ainda está — no G4, o Fluminense ocupava — e ainda ocupa — a zona de rebaixamento.
Só que, com a vitória da última quinta, o tricolor carioca completou seis jogos sem perder. O que não significa muita coisa em um campeonato de pontos corridos, onde um empate vale apenas 1 ponto para o time, e uma vitória, 3 pontos. Como dizem por aí, em campeonato de pontos corridos, empatar é andar de lado.
Ai você vê que o que importaria é que o Flu não perde há seis jogos, e não que hoje o time está no último lugar da tabela, com 30 pontos (mesma pontuação que o Sport, mas com uma vitória a menos). Mas em campeonato de pontos corridos nada é muito justo, por isso nunca fui a favor.
O certo não seria que até o fim do campeonato os tricolores cariocas suspirassem aliviados a cada empate e comemorar cada vitória do seu Fluminense? Às vezes, a gente sabe que as chances daquilo que queremos que dê certo são mesmo mínimas, mas a nossa crença cega e pensamento positivo, podem sim, fazer diferença. É o que prefiro acreditar, ao menos.
Conseguir fazer de um time uma metáfora para um pensamento é mesmo falta do que fazer, né. Ou uma forma de evitar falar do Corinthians por motivos óbvios.
Filed under: Futebol | Leave a Comment
Tags: Campeonato Brasileiro, Corinthians, Fluminense, Futebol, Phoenix
Bastardos Inglórios
Diretores de cinema curtem glamorizar épocas do cinema. O caso mais bem sucedido me atrevo a dizer foi de Quentin Tarantino, em um filme chamado Bastardos Inglórios. Com a clássica história do nazismo, Quentin Tarantino consegue fazer de Brad Pitt um digno protagonista como Aldo Rayne, e ao mesmo tempo um digno antagonista com Christoph Waltz. A idéia era investir nos atores e dirigir falas do tipo que marcam, “And i want my scalps”. Se ignorarmos os clichês (“That’s a bingo!”[..]“‘It’s just ‘bingo’…”), fica um bom texto .
Shosanna Dreyfus, judia, presencia a morte da sua familia pelo coronel Hans Landa, na França ocupada pelos nazistas. Ela se refugia em Paris onde sob identidade falsa é dona de um cinema e, como o destino quis, onde ela planeja sua vingança ao reencontrar Landa. Ao mesmo tempo Aldo Rayne também planeja um ataque que tem como alvo o alto comando da SS no mesmo cinema. Mesmo tendo um amigo fanático por Quentin Tarantino que me obrigou a ver Kill Bill (1,2) e Planeta Terror, e uma amiga que me pediu para ver Albergue, não consegui admirar o diretor. Até agora. O que vemos em Bastardos Inglórios não é só mais um filme cheio de efeitos especiais recheados de ketchup e personagens com psique de Chuck Norris, mas sim um tapete de acontecimentos que culminam num belo, sublime plano. Claro que você percebe um quê de Kill Bill em algumas partes do filme, mas esse Quentin Tarantino eu respeito.
Filed under: Uncategorized | 12 Comments
Tags: Bastardos Inglórios, Brad Pitt, Quentin Tarantino
365 perguntas, mais uma rodada
Mais um espisódio do interminável meme. (Atualizada a aba ali.)
144. Michael Jackson? E aí, já está enjoado de tanto blá blá sobre o Rei do Pop? Deixe aí sua critica.
Ele morreu.
145. Você gostou da escolha do público para a última vaga no programa No Limite?
Hum.
146. Qual é a sua melhor lembrança dos tempos da escola?
As aulas de educação física que eu jogava futsal. Oi, sou anti-social e não curtia me misturar com as outras meninas beijos.
147. Qual era a sua história infantil favorita?
“Cinderela” e “A Menina dos Palitos de Fósforo”.
148. Você usa o Twitter? Qual é a melhor utilidade dele para você?
Sim, me add @fridayim, adoro só falar porcaria e deixar quem me segue nervoso.
149. A “bolha” do Twitter vai murchar, como aconteceu com o Second Life?
Claro que vai, todo mundo enjoa de tudo e vai brincar de outra coisa. Questão de tempo. Se bem que Second Life não é muito comparável ao Twitter hein?
150. Há 40 anos, o homem pisou na Lua pela primeira vez. Mas pisou mesmo?
Nossa, quem é o retardado que cria essas perguntas.
151. Você está com medo de pegar a Gripe A (H1N1)?
Não, gosto de aventuras.
152. Qual sua opinião sobre o ocorrido em Honduras?
Concordo.
153. O que achou do novo portal da Rede Record com o domínio R7.com?
Eu acesso G1, dsculp.
154. Quem é o melhor personagem para “viver a vida” Miguel ou Jorge?
Aham.
155. O que você ganhou no dia das crianças?
Eu ganhei uma bexiga de hélio do ursinho poof ou puff, um bombom, meu amigo enrolado num pisca pisca de natal e um McNífico Bacon e McFlurry Suflair Duo de grátis me envejem. Já tem alguém pensando no meu presente de natal pls?
Filed under: Uncategorized | 4 Comments
The time has come again.
Once there was a way to get back homeward. Once there was a way to get back home.
Não fala do que eu deveria ser pra ser alguém mais feliz.
Filed under: Uncategorized | Leave a Comment
Tags: Golden Slumbers, Quando o clichê é válido
Corretinha essa comédia romântica, A Verdade Nua e Crua. Abby é produtora de um programa matinal na televisão que contrata Mike, um especialista em jogar na cara das pessoas que livros de auto-ajuda sobre relacionamentos são uma porcaria. Os dois se odeiam, os dois começam a conviver quando ele ensina pra ela como conquistar o vizinho da frente, etc etc etc. Tem cenas engraçadas, tem cenas românticas, tem desencontros. Tá tudo lá no lugar certo – exceto pela cena do jantar no restaurante, que deveria ter permanecido em Harry e Sally pra continuar clássica, porque Meg Ryan é Meg Ryan.
Não vou fazer spoiler aqui da temporada de Grey’s Anatomy que acabou de começar até porque não assisti a série toda, mas a Katherine Heigl tá a um passo de cansar.
Filed under: Filmes | 3 Comments
Tags: A Verdade Nua e Crua, Filmes, Gerard Butler, Katherine Heigl
.
You say i’m a bitch like it’s a bad thing.
Ask me no questions and I’ll tell you no lies…
Filed under: Uncategorized | Leave a Comment
Well i woke this morning with a tear drop in my eye because last night it fell like the best night of my life. Now there’s something that is wrong rotting my insides and i don’t understand why my brain wants to die.
I had men, wine, party time and everything that mattered and when i woke up today you know my brain was all in tatters. I had bits of my lungs shrapnel glass and cigarettes for breakfast and my lips are blue, my toes are numb and i think i’ve got the shivers.
It’s the little things that we do when you go out in the night and it’s pay day today just for having a good time as your hangover unfolds well the questions will arrive.
Why do i feel like death for having a good time?
So i get up and go down the stairs and try to make a sandwich but the ham and chesse, margarine they speak an evil language. It says “don’t eat me, I dont deserve to be there in your stomach”
And I break on down and cry why do good times turn to bummers.
It’s the little things that we do when you go out in the night.
Filed under: Uncategorized | 2 Comments
Tags: It's the little things that we do
Champagne Supernova
How many special people change, how many lives are living strange
Where were you when we were getting high?
Slowly walking down the hall, faster than a cannon ball
Where were you while we were getting high?
Someday you will find me
caught beneath the landslide
In a champagne supernova in the sky
Wake up the dawn and ask her why
A dreamer dreams she never dies
Wipe that tear away now from your eye
Slowly walking down the hall
Faster than a cannon ball
Where were you while we were getting high?
Someday you will find me
Caught beneath the landslide
In a champagne supernova in the sky
Filed under: Universo Paralelo | 3 Comments
Tags: Champagne Supernova, Oasis, The OC, The rainy day woman
Camila, 19 anos. Superman, coca-cola, The Cure, Smallville, Cold Case, Samantha Who?, Heroes, OC. Estudante de Ciência da Computação na PUC-SP, futura programadora e Analista de Sistemas. Agatha Christie, Marcos Rey, viciada em leitura e adora rimas. Corinthiana.



