It’s damned if you don’t it’s damned if you do.

De vez em quando penso em pílulas que poderiam resolver muitos dos problemas da humanidade. Uma vez pensei em criar pílulas que te permitam sonhar exatamente com o que deseja. Agora penso em criar pílulas anti-pesadelos. Tanto para os que te acordam de madrugada, quanto para os reais que te perseguem de dia.

Hoje eu faço Ciência da Computação e acho que estou me dando bem. Consegui um emprego de programadora, e consigo me dar bem com toda essa matemática de Álgebra e Cálculo. Mas às vezes percebo que conheço tão pouco das pessoas que penso se não seria melhor aprender a entender elas do que entender máquinas.

Entender como as pessoas supõem que eu não percebo nada as coisas, que eu não sei que as suas ações não são só para mim. Entender como só eu sou fã de continuidade. As mesmas músicas, os mesmos filmes, as mesmas pessoas. Porque o céu sem estrelas é uma das coisas mais lindas para mim, e tão ruim para os outros. E porque isso parece insano.

É como café. Eu o amo, e a sua respiração me acalma. E eu amo o gosto. Mas eu sei que o seu efeito me faz mal, quando na verdade eu deveria dormir.

Nenhuma música foi tão perseguidora como essa desde Greatest, Chan Marshall.

Metal heart, you’re not hiding.

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