20 Anos sem Cazuza, 19 Anos com Camila

Não consegui arranjar tempo, mas hoje vai. Não podia faltar aqui algo que mencionasse os 20 anos sem Cazuza.

Talvez tenha sido por causa de Legião Urbana (influência da minha irmã) ou por falta de música boa na época. Mas o fato é que, desde sempre, mesmo quando criança, Cazuza está em todas as minhas playlists, mp3 e até nos meus rascunhos. Todo mundo sabe da história do Cazuza, e sobre como ele se apresentava mesmo após a doença piorar “sou muito egoísta, centrado em mim mesmo, para me incomodar com os outros.” e de como ele era o poeta da época de ouro do rock nacional, 1980, claro.

Afinal, porque uma música pode afetar tanto alguém que escuta? Que ele, Cazuza, tinha um dom anormal de compor, todo mundo lembra. Aliás, dele em diante, os brasileiros vão se recordar talvez mais da poesia do que do rock protesto de uma Plebe Rude por exemplo.

Em 1985, Cazuza lança seu primeiro álbum solo chamado “Cazuza / Exagerado”, fazendo da faixa-título um sucesso. O próximo disco, “Só Se For a 2”, assumiu uma postura mais séria e profissional do cantor conhecido por seu comportamento escandaloso, e estourou com "O Nosso Amor a Gente Inventa (estória romântica)".

O carioca estreou na minha trilha sonora há pelo menos 10 anos, junto com Legião é claro, e desde então, já participou com pelo menos 13 letras true story – 3 delas atualmente, aproveitando todos os minutos possíveis que eu posso escutá-las. Suficientes para dar uma assistência à minha playlist da madrugada. E eu preciso recomendar isso para você.

Para a primeira fase, você precisa escutar “Só Se For A Dois” e a clássica “Codinome Beija-Flor”; Depois, “O Nosso Amor a Gente Inventa” para se distrair, e quando acabar pensar que nunca existiu. Isso, para a segunda fase, além de tomar um gole de “Bete Balanço”, juntamente com “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, aos 41 minutos do 2º tempo – 20 minutos depois da entrada de “Ideologia”. No dia seguinte, complete com “O Tempo Não Pára”. E se eu descobrir mais algum tesouro do Cazuza, é possível que voltemos a vê-lo por aqui.

“Mas ficou tudo fora do lugar, café sem açúcar, dança sem par. Você podia ao menos me contar uma estória romântica!”

Não divido nada, muito menos o palco.

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