Open

É muito complicado escrever. Escrever o real. Não usar músicas como metáfora. Mas como eu já disse um dia, não acho que elas são feitas para mim, para que eu possa descrever o que acontece por dentro.

Mas não dá para resistir, é Creep. É uma coleção de olhos que não te olharam quando você estava aqui antes. É uma coleção de anjos e peles que te fazem chorar. É um sentimento do caramba de ser egoísta e ser especial, fucking special.

But I’m a creep, I’m a weirdo. What the hell am I doing here? I don’t belong here.

É o sentimento precioso de não se importar se machuca, porque o que importa é ter controle. A vontade de uma alma perfeita, de um corpo perfeito. A vontade de fazer falta quando não estiver por perto.

But I’m a creep, I’m a weirdo. What the hell am I doing here? I don’t belong here.

Porque um dia tudo vai embora de novo, e de novo, run, run, run, run, run.

É como isso: Whatever makes you happy, Whatever you want.

When you were here before, couldn’t look you in the eye. Your skin makes me cry. I don’t care if it hurts, I wanna have control. I want a perfect body, I want a perfect soul. I want you to notice, when I’m not around.

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2 comentários em “Open

  1. Radiohead sempre lembra você. Consegue lembrar tão quanto The Cure.
    Essa música tem cara de playlist da madrugada.

So what?

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