A parte difícil do intercambio (pra mim)

Sobrevoei o Panama sem saber o que me aguardava. Nao saber o que o futuro nos reserva é sempre frustante. Nao encontrei meu iPod para me distrair, achei que tinha deixado no Brasil. Sem música para acompanhar, olhei novamente as fotos que ganhei do Felipe. Várias lágrimas caíram. Nao se tratava somente de saudade da família, dos amigos e do namorado. Mas de deixar o lugar seguro, conhecido, a rotina. Sair do país e passar tanto tempo fora sempre pareceu difícil pra mim, e está sendo.

Sair do lugar seguro e se aventurar no mundo. Acho que esse é o real sentimento de quem está no Ciência sem Fronteiras, passando 1 ano ou um ano e 4 meses, trata-se de experiência única na vida de um estudante. Dá até pra se perguntar se estamos realmente preparados para tanto.

É no momento da saída que pensamos em tudo. Durante minhas lágrima, pensei na minha infância, lembrei do meu pai e de quando eu ainda era criança. Lembrei-me de quando minha irma saia de casa no fim de semana e eu chorava de saudade.

E eu quero isso. Quero emoçao, quero pesquisa, quero melhorar uma língua estrangeira, quero aprender como os estudantes estrangeiros aprendem. Quero viver. Quero que essas lágrimas valham a pena.

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