Não há raiva dessa vez. Não há culpa, não há vontade de machucar. Não há ilusões, não há “stand by”.

É diferente mas vai terminar do mesmo jeito, porque a vida não cansa de ser sarcástica comigo. Tenho que me retirar novamente, mas existe algo de bom em saber que dessa vez foi eu quem causou tudo isso. Ainda não consigo dizer qual a lição que virá com isso, mas sinto que há sim algo de bom.

Eu sou uma avulsa novamente. Me retiro da sala pois ainda não consigo ficar, me calo pois ainda não consigo falar sem me arrepender. Eu saio, eu me contorço, eu grito. Eu me escondo, eu crio planos de fuga. Eu choro, invado festas, tenho viagens ruins. Eu apago pessoas e memórias, eu volto para o início. Eu viro a alma da festa, eu crio laços, faço movimentos arriscados, porque, mais uma vez, no final, isso pouco importa.

E não, esse post não é sobre o que você está pensando.

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