Mapeei a dedo tuas sardas, contornei sem jeito tuas linhas que te entregam e desvendam o melhor em ti. Me perdi no céu das suas pintas, me encontrei no céu da tua boca.

Congela o teu olhar no meu, esconde que já percebeu que todo meu amor é teu amor.

Fica, me queira e queira ficar.

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I wish I could refer to him as only “the most gorgeous man I ever met”, but I couldn’t. Because he wasn’t. He was more than that.

I don’t even want to write. It’s cold and I don’t have a coat. My hands don’t deal well with wind, but I need to write this. I need to write about how he looked at me today, about how his eyes were pointed to mine, about how this look wasn’t definitely our only communication through the day, but still the most profound conversation I ever had. I need to write about our hands looking for an excuse to touch each other – we don’t find one but I put my hands above his anyway, for a second. He turns up his hand, and gifts me with his fingers between mine. He left his arms around me for what I thought it was eternity.

It’s not a dream, it’s real.

don’t break the spell.

Em um dia você me fez acreditar em tudo o que eu já havia dado como perdido, em todas as coisas das quais eu já tinha desistido. No mesmo dia, você as desmentiu, novamente.

É romântico porque nunca aconteceu.

O mais engraçado disso é que você nem estava presente nesse dia. A vida se tornou uma piada recorrente, insistindo em reencenar para mim, em supérfluas situações com outros personagens, a profundidade do que aconteceu com você. E comigo. Ela insiste em me lembrar que mesmo sem você por perto, a história ainda é sobre você.

Como se já não bastasse eu perceber, desagradávelmente, que seus olhos procuram dor nos meus olhos.

Queria ter coragem de te explicar, de corrigir teu pensamento que acha que eu não quero estar onde você está. Não é sobre isso. É sobre eu não conseguir sair, se ficar.

Encontrei descanso em você, me arquitetei, me desmontei. Enxerguei verdade em você, me encaixei, verdade eu dei. Fui inteira e só pra você, eu confiei, nem despertei. Silenciei meus olhos por você. Me atirei. Precipitei.

Agora eu quero ir pra me reconhecer de volta, pra me reaprender e me apreender de novo. Quero não desmanchar com teu sorriso bobo, quero me refazer longe de você.

Eu que sempre quis acreditar que sempre acreditei que tudo volta, nem me perguntei como voltar nem porque.

Quero não desmanchar com teu sorriso bobo.

It’s like experiencing everything for the first time.

The city lights.

A great old song on maximum volume.

A farewell letter.

A cold wind slightly dancing through your skin.

The feeling of having the strenght to fight a battle, even if you may not win.

The end of a cigarrette.

It’s all this living, after all that dying.